A Bela & A Fera 2017

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Olá pessoas 😀

Nesse último fim de semana fui conferir no cinema a versão live-action de A Bela e A Fera

E para quem disse que A Bela e Fera é realmente fiel ao desenho, tem toda razão e quem iria querer que fosse diferente? Mas vale dizer que o filme traz também algumas cenas a mais que incrementam a história e tem a intenção de esclarecer alguns fatos que nos ajudam a entender um pouco mais sobre os personagens e fatos de suas vidas esquecidos anteriormente que ajudaram a moldar suas personalidades, como os pais da Fera e também a mãe da Bela.

Emma Watson está perfeita como nossa Bela, e o que dizer de Luke Evans como Gaston? Não podia ser melhor:

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E sem falar no Lefou vivido por Josh Gad é um show à parte, que me fez até gostar mais do personagem.

Ouvir novamente aquelas canções que conhecíamos de cor e salteado foi uma emoção ainda maior, e me vi muitas vezes com um sorriso estampado no rosto em diversas cenas do filme.

 Enfim, resta só avisar à você caro leitor que lê esta declaração, que esta lendo a resenha de uma fã  declarada. E se você é assim como eu adora o desenho então corre para assistir o filme, tenho certeza de que vai amar assim como eu 😀 e as crianças de hoje tem uma chance de se apaixonar também pelos personagem tão queridos por nós: O candelabro Lumiere, o relógio, Madame Samovar e Zipe e tantos outros.

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😀 é muito amor para um coração ❤

E vocês ? Já assistiram ou querem muito assistir? Comentem nos cometários!

Super beijo da Ká! 😉

Aconteceu Naquela noite :Filminho clássico para assistir hoje à noite

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Neste clássico de 1934 Clark Gable é Peter, um jornalista que não está em um bom momento da carreira e vê em  Ellie Andrews (Claudette Colbert) a sua chance de escrever uma boa história. Acontece que Ellie é a filha de um banqueiro milionário quee resolveu fugir de casa quando seu pai se declara contra seu casamento com um playboy que segundo ele não passa de um aproveitador.

É assim que começa nossa história. Com a fuga de Ellie e suas tentativas frustradas de chegar até Nova York e encontrar seu noivo. Quando ela toma o mesmo ônibus que Peter Warne é que as situações mais hilárias começam a acontecer. Peter descobre que a moça mimada e atrapalhada com a qual divide o assento é na verdade a filha procurada de um banqueiro que tem o rosto estampado nos jornais, e se oferece para ajudar a moça a chegar até Nova York com intuito de escrever uma história sobre ela e assim recuperar seu emprego.

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A relação deles no começo é cheio de farpas e provocações. As típicas comédias românticas dos dias de hoje devem sua receita a esse clássico do cinema ganhador de cinco Oscars. Essa fórmula simples que já provou que deu muito certo com seus inúmeros discípulos dos dias atuais. O típico casal que se odeia e são obrigados a passar determinado tempos juntos.

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A famosa “Muralha de Jericó” montada no meio do quarto para separar o casal.

Acontece que aos poucos tanto ódio vai virando amor. Essa história vocês já conhecem não?

Temos a mocinha rica e mimada que luta pela independência e pelo direito de tomar suas próprias escolhas. E em meio a tudo isso acaba conhecendo o amor de verdade.

O filme é repleto de cenas memoráveis. Uma delas é a cena que se tornou famosa em que Ellie resolve mostrar as pernas para pedir carona na estrada.

Aconteceu Naquela Noite

Segue a dica para um filminho divertido para curtir nesse finzinho de domingo. 😀

 

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Bjinhoos e até a próxima!

 

 

 

Como Água para Chocolate

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Olá pessoal tudo bem com vocês?! Hoje resolvi trazer a resenha de um livro que já li faz um tempinho mas ainda está bem vivo na memória. O livro “Como água para chocolate” da escritora mexicana Laura Esquivel, narra a história de amor entre Tita e Pedro. No méxico do século XX em uma fazenda moram Tita, sua mãe e suas duas irmãs. Tita, por ser a filha mais nova é condenada a cuidar da mãe até a morte e nunca se casar, conforme uma antiga tradição. Acontece que Tita pobrezinha se apaixona por Pedro Muzquiz e este, também perdidamente apaixonado, resolve pedir à mão de Tita em casamento. Mas a mãe de Tita proíbe permanentemente o casamento entre os dois e oferece Rosaura, sua filha mais velha para casar-se com Pedro e este então aceita o casamento para que dessa maneira consiga ficar sempre perto da amada. E então se segue o sofrimento da protagonista, condenada a cuidar da sua intragável megera  mãe.

O livro é dividido em doze capítulos e cada um deles começa com uma receita. Acontece que Tita é a cozinheira da família, e cada receita revela os sentimentos vividos por ela naquele momento. É como se os ingredientes de cada receita absorvessem o estado de espírito de Tita e provocassem as mesmas sensações naqueles que provam a comida.

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O livro nos traz uma história de amor proibido, onde a pobre Tita sofre pelo seu destino. Tudo isso contado com uma mistura de sensualidade, humor e bastante fantasia. Sem dúvidas ”Como água para chocolate” traz uma narrativa diferente de todas que já li, ela tem uma forma única que difere de outras obras tornando a leitura especial.<3

Ah colegas, e se por acaso quiserem também uma experiência visual corre lá na Netflix que tem o filme homônimo da obra. Vale a pena conferir:

 

Super beijo 😀

 

Filme: Um Senhor Estagiário

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Olá pessoal tudo bem com vocês? Hoje vou deixar aqui a dica desse filme tão delicinha de se ver que de quebra conta com Anne Hathaway e Robert De Niro no elenco ❤

De Niro faz o papel de um viúvo aposentado de 70 anos chamado Ben Whittaker que fugindo da sua rotina monótoma se candidata ao cargo de estagiário “sênior” na bem sucedida empresa de Jules Ostin (Hthaway).

De um lado temos Ben: um senhorzinho super simpático, educado e gentil. Do outro temos Jules: uma mulher forte, bem sucedida, super atarefada e com problemas no relacionamento. Ben é designado a trabalhar para Jules mas a relação deles logo de início é bem distante. Mas Ben quer ser útil e não demora muito para se tornar o estagiário mais querido da empresa. Menos é claro, para a própria Jules, que praticamente o ignora.

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É divertido ver os contrastes de gerações e gostoso de ver como a relação de Ben e Jules vai se estreitando com o tempo. Jules se vê deixando seus preconceitos de lado e nasce assim uma bela amizade e uma enorme cumplicidade entre eles.

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Um Senhor Estagiário não é aquele filme que vai te fazer rolar de rir ou coisa parecida. Mas vai fazer você dar boas risadas e te proporcionar boas lições, além de deixar seu espírito bem leve com essa história tão gostosa de se ver. 😀

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Bjinhos 🙂 Até a próxima!

 

Casablanca

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Se ainda não assistiu Casablanca com certeza já ouviu falar desse clássico norte-americano  de 1942. Casablanca é um daqueles filmes que ganhou prestígio e popularidade com o tempo e hoje é considerado um dos maiores filmes da história do cinema.

O roteiro foi baseado em uma peça de teatro que nunca havia sido encenada. A história se passa em uma cidade marroquina chamada Casablanca, por onde passa inúmeros refugiados da Segunda Guerra Mundial. E é nessa Colônia francesa que se encontra o “Café de Rick”, a casa noturna mais popular de Casablanca administrada por Rick Blaine(Humphrey Bogart). Rick é um americano reservado e apolítico, que se mostra neutro em todos os campos recebendo clientes de todos os tipos, desde funcionários da Alemanha Nazista até refugiados de guerra.

 

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Numa noite Ugarte, um sujeito procurado pela polícia acusado de matar dois mensageiros alemães, deixa em poder de Rick dois salvo-condutos em brancos que seriam destinados a um casal que teriam então passe livre para chegar até Lisboa e em seguida aos Estados Unidos. Pouco depois de Ugarte ser preso eis que adentram no café Ilsa Lund (Ingrid Bergman), uma ex -paixão de Rick, e seu marido Victor Lazlo (Paul Henreid). Acontece que Victor é um renomado líder da resistência tcheca que enfrentava os nazistas, e tem interesse de comprar os passes e dar continuidade aos seus trabalhos revolucionários.

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Quando revê sua amada uma onda de sentimentos cercam o impassível e amargo Rick. E descobrimos que Ilsa e ele tiveram um breve e intenso romance em Paris e quando ele teve que fugir da França seu plano era de que fugissem juntos. Porém Ilsa nunca apareceu, apenas deixou uma carta sem explicar seus verdadeiros motivos. Rick nunca mais a viu até aquela noite quando a vê acompanhada de Victor.

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Os motivos de Ilsa não ter fugido com Rick só são explicados mais tarde, quando ela revela que se envolveu com ele depois de acreditar que seu marido havia morrido em um campo de concentração nazista. Quando descobriu a verdade, que seu marido havia conseguido escapar, não teve coragem de revelar tudo a Rick e nem de abandonar o homem cheio de ideais por quem ela sempre nutriu grande admiração.

Assim Rick se vê diante de um grande dilema: Entregar os vistos à Lazlo para que ele possa fugir com sua esposa e dar continuidade a suas ações patrióticas e políticas, ou usar ele mesmo o visto para fugir com sua amada e reviver seu romance?

É com essa decisão que Rick, com toda sua pose de durão se mostra um romântico incorrigível. E independente de qualquer desfecho vale sempre lembrar que Rick e Ilsa sempre terão Paris. ❤

Um ótimo filme e uma ótima história ao som de “As Time Goes by”

 

 

 

 

Nostalgia – 12 Filmes da minha infância

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Gente uma das minhas diversões na infância era ficar em frente à tv assistindo Sessão da Tarde kkk velhos tempos! 🙂 aí tem aqueles filmes que você não consegue esquecer porque você assistia sempre. Minha babá quase perfeita, curtindo a vida adoidado, Quero ser grande, Querida encolhi as crianças, mudança de hábito e muito outros, são clássicos. Segue aí uma listinha com 12 filmes que eu vi e revi milhares de vezes. ❤

1. Meu Primeiro Amor (1991) – posso dizer que esse foi o primeiro filme que me fez chorar na vida rsrs

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2. Matilda (1996) eu adorava assistir esse filme *-* sonhava que tinha super poderes igual a ela :p

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3. Ninguém segura esse bebê (1994) – o bebê mais fofo do mundo ❤

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4. Jumanji (1995) – simplesmente adorava! Mas aquele batuquizinho do jogo me deixava com medo :p

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5. A franquia De volta para o futuro – simplesmente o melhor! amo esses filmes 😀 juntava toda a molecada para assistir. Pena que ainda não inventaram o skate voador né?

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6. Jurassic Park (1993) – Já perdi as contas de contas vezes assisti rs

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7. Karatê Kid – A dupla Daniel-san e Senhor Miyagi era demais 🙂

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8. K – 9 Um policial bom pra cachorro – Eu adooooro os três filmes :p

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9. Os goonies (1985) – Sou do tempo em que esse filme era figurinha repitida na sessão da tarde 😀

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10. Débi & Loide: dois idiotas em apuros (1994) -Não tem como negar que esses dois idiotas fizeram parte da minha infância.

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11. Denis, o pimentinha (1993) – pobrezinho do sr. Wilson 🙂

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12. Esqueceram de mim – Falar dos filmes da minha infância e não citar os filmes Esqueram de Mim é impossível, dava vontade de fazer armadilhas pela casa inteira depois de assistir aqueles filmes kk

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E vocês? quais os filmes que mais assistiram na infância? 😀

Por que amamos “A Culpa é das Estrelas”?

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Olá pessoal tudo bem com vocês? Semana passada assisti pela segunda vez o filme “A culpa é das estrelas” e então resolvi falar um pouquinho dele aqui no blog, aliás não só do filme mas do livro também. Confesso que li o livro movida a curiosidade, por que na época teve muito zum zum zum em torno do livro então eu pensei “Esse livro deve ser muito bom já que estão comentando tanto ou muito ruim” e lá vou eu comprar o livro para conferir eu mesma e tirar minhas próprias conclusões. Só que eu tenho um certo problema nesses casos pois na grande maioria das vezes eu acabo me decepcionando com a história e penso “Poxa tanto barulho por nada!”, pois é, confesso que foi meio com esse sentimento que comecei a ler o livro, quase que prevendo a minha decepção entende? rs e até que foi assim no começo da leitura mas depois que terminei o livro veio aquele sentimentozinho que é tão difícil de descrever quando você termina uma leitura que acabou te cativando de alguma maneira, seja pela sua simplicidade, seja pela sua verdade, ou por algum personagem que acabou te prendendo na história. Comigo foi assim. A escrita fácil e descomplicada de John Green da aquele toque delicado e doce e torna a leitura bem fácil de degustar.

Hazel Grace Lancaster é uma adolescente de dezesseis anos diagnosticada com câncer de tireoide desde os treze. A doença afeta drasticamente a funcionalidade de seus pulmões, mas então uma droga que faz parte de um tratamento experimental passa a fazer efeito fazendo com que o tumor reduza de tamanho.

images (7)Hazel não é aquela personagem “coitadinha” nem é retratada como a vítima da história. Não é o câncer que a define, ela tem sua personalidade bem constrúida e apesar de saber que sua doença é incurável e de que provavelmente não dispõe de muito tempo de vida sua única preocupação é no sofrimento e dor que sua morte causaria em sua família. Então ela passa a frequentar um grupo de apoio a pedido de sua mãe que acredita que ela esteja entrando em depressão. E é nesse grupo que ela conhece Augustus Water, um jovem que teve osteossarcoma e devido ao câncer acabou perdendo uma das pernas. Gus é aquele personagem otimista, bem humorado que vai trazer mais alegria para a vida de Hazel que reluta a se render ao inevitável romance entre os dois.

É estranho dizer que só passei a gostar de fato do livro depois que terminei a leitura? É como eu disse, ao terminar o livro fiquei com aquele gostinho de perda no coração e carreguei o romance dos dois por um tempinho comigo. E eis que surge tempo depois o filme. Eu já tinha decidido que não assistiria, ou pelo menos não iria sair correndo para conferir. Achava que ficaria apelativo demais ou que não convenceria. E então um bom tempo depois me rendi e fui conferir o filme e devo dizer que ele conseguiu captar exatamente a essência do livro e não conseguiria imaginar alguém mais perfeito como Hazel Grace do que Shailene Woodley.

O filme me cativou muito, talvez até mais do que o próprio  livro. Tráz toda a doçura do amor adolescente ficando impossível não se emocionar com os dois.

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O melhor de tudo é que a história não gira em torno do câncer, quer dizer não é só sobre o câncer que a história trata. Ambos lançam diversos questionamentos sobre a morte. Gus tem o medo de ser esquecido, Hazel se preocupa com quem irá ferir com sua morte. A morte está ali presente e ela sabe disso, aos dezesseis anos ela tem consciência de que não irá envelhecer. E por esse motivo se recusa a se entregar em um relacionamento com Gus e fazer com que mais uma pessoa seja afetada com sua morte. Gus é um personagem cheio de tiradas sarcásticas e toda a sua aparência de forte e segura esconde na verdade sua insegurança e o medo de ser “esquecido”. Em meio a tudo isso você se apaixona pelos dois e é esse amor doce que te cativa. Afinal quem não tem medo da morte e de ser esquecido?

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Hazel compartilha seu livro favorita com Gus. O livro chamado “Uma Aflição Imperial” termina literalmente no meio de uma frase deixando várias perguntas em aberto. Hazel é fã do livro e do autor mas ele nunca respondeu suas cartas em que ela pedia respostas sobre o fim do livro. Então Gus e Hazel como em um conto de fadas conseguem embarcar em uma viagem para conhecer Peter Van Houten, o autor do livro, para conseguir respostas. Mas toda a expectativa de Hazel de finalmente estar cara a cara com seu escritor favorito não sai bem como planejado mas de certa maneira a viagem acaba se tornando melhor do que o esperado em outros sentidos.

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Me apaixonei do mesmo jeito que alguém cai no sono: gradativamente e de repente, de uma hora para outra.”

Hazel enfim se permite viver esse amor mesmo acreditando que ela seja uma granada prestes a explodir.

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Nessa hora se você é a mais pura manteiga derretida da face da terra já estará com os olhos vermelhos. E coleguinha a partir desse ponto as coisas só pioram 😦  prepara os lencinhos porque titio Green não poupará seu coração.

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Quando li o livro não estava preparada para a reviravolta do final e acho que isso foi o que de fato me surpreendeu bastante porque minha mente estava preparada para outro desfecho.

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E então você se vê gradativamente se apaixonando. Assim como acontece com Hazel. E com eles você aprende que o mundo não é mesmo uma fábrica de realização de desejos. Nem sempre é justo. E a culpa é de quem? Nem sempre as coisas saem do jeito que planejamos ou conforme as nossas atitudes, e como consequência de nossos atos. Às vezes nossa vida é afetada por uma força maior. Às vezes a culpa é mesmo das estrelas. ❤ ok?

(…) Não posso falar da nossa história de amor, então vou falar de matemática. Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa: existe uma quantidade infinita de números entre 0 e 1. Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros. Um escritor de quem costumávamos gostar nos ensinou isso. Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Queria mais números do que provavelmente vou ter, e, por Deus, queria mais números para o Augustus Waters do que os que ele teve. Mas, Gus, meu amor, você não imagina o tamanho da minha gratidão pelo nosso pequeno infinito. Eu não o trocaria por nada nesse mundo. Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados, e sou muito grata por isso.” (Pág. 235)

E só porque amei muito também a trilha sonora do filme: 🙂