Resenha: TORNEIO DE SANGUE – E. Cichocki

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Olá leitores amigos, tudo bem com vocês? Hoje venho feliz da vida para trazer à vocês mais uma indicação de livro. Então bora lá porque a indicação de hoje tem vampiros, uma Ordem Templária, um torneio medieval e um certo suspense…tudo isso junto porque nós gostamos e muitoooo!

Essa é a segunda resenha que eu trago do autor, eu falei aqui sobre As 108 Borboletas da Alma, que foi seu segundo livro. Enquanto As 108 Borboletas da Alma nos aquece o coração com uma delicada narrativa sobre a jornada de uma alma suicída, Torneio de Sangue veio para nos transportar para uma nova caminhada por onde vamos nos aventurar com um certo deleite nessa trama envolvente e que promete nos conquistar a cada livro. Torneio de Sangue Crônicas da saga Devoradores do Sol é apenas o primeiro livro, e da o pontapé inicial para esse saga.

Com menos de duzentas páginas, Torneio de Sangue é uma introdução ao universo apresentado pelo autor que vai contar com uma Ordem antiga formada pela Igreja, que guardam verdadeiros mistérios de eras passadas, e com personagens intrigantes, fortes e envolventes.

Sinopse:

A ORDEM DOS Nove-Raios é a forma mais segura que a Igreja encontrou para resgatar artefatos de eras passadas. Na época em que os vampiros ainda reinavam sobre o mundo, o clero teve de tomar uma decisão: originar uma guerra. Setecentos anos após a extinção dos devoradores de sangue, cabe hoje aos membros da Ordem reaver antigas tumbas, preciosos tesouros e açonegro, uma ancestral forma de se forjar uma lâmina. 

Agora, Alec, um iniciado dos Nove-Raios, está ávido para sua primeira missão: explorar as ruínas de um antigo castelo. Para isso, no entanto, o novato contará com a ajuda de nove Irmãos, que unidos formam uma companhia.

Nos escombros do castelo serão revelados a Alec segredos tão antigos quanto a própria Igreja, e o rapaz descobrirá a verdadeira razão pela qual o clero deseja encobrir tamanho perigo.

O livro dividido em duas partes, vai nos apresentar a poucos personagens, porém são tão envolventes que seguram a trama o suficiente para nos sentirmos envolvidos. Esse primeiro livro é como um aperitivo, que degustamos com fervor deixando um sabor viciante na boca e um gostinho de quero mais.

Logo de início adentramos em uma espécie de ritual de iniciação de um novo integrante à ORDEM DOS Nove-Raios. A ORDEM conta com nove integrantes, irmãos trajados de preto servindo ao Único com a missão de reaver preciosos tesouros para a Igreja. Em pouco tempo Alec, o novo iniciado da Ordem, já se vê fazendo parte de uma nova missão: Explorar as ruínas de um antigo Castelo encontrada por um pastor local, que pode esconder certos artefatos  anteriores a Inquisição. Assim os integrantes da Ordem partem para uma penosa excursão onde irão encontrar algo que não esperavam ou que desejariam não terem encontrado: um caixão de prata atado com correntes.

“Dê ao homem uma espada e ele lhe mostrará como sangrar uma vida; entrega-lhe o poder, e ele lhe mostrará como sangrar o mundo. ”

Em meio a tudo isso temos a jornada de outro personagem que nos é apresentado logo no primeiro capítulo de uma forma bem misteriosa. Esse personagem na minha opinião foi o mais intrigante de todos. Já no primeiro capítulo fiquei muito curiosa para entender mais sobre ele. Dallen é um sujeito que ganha a vida matando pessoas, segundo ele os bastardos as putas e os cornos. Quando chega em uma taberna para fugir dos raios do dia logo chama a atenção pela sua pele albina, sempre coberta por um velho capuz. Minha curiosidade sobre ele terá que ser saciada nos próximos livros, porque pouco nos é revelado sobre ele, principalmente sobre seu passado. Mas de uma coisa logo ficamos sabendo: ele é um vampiro. Mas um vampiro “cauteloso”, que toma o cuidado de não tomar sangue humano, porque esse o transformaria em uma besta. Sangue humano para ele deve ser tomado em raras ocasiões onde a força se faz necessária. Para as demais ocasiões ele pode beber quase que todo e qualquer sangue, como o de bovino, seu preferido.

Dallen é um personagem onde você não consegue enxergar nem tanta humanidade e nem tanta selvageria nele. Mas isso muda quando seu caminho cruza com o de uma garotinha órfã. E é assim que vemos o lado “humano” de Dallen aflorar assim como é na presença da menina que conhecemos pela primeira vez o lado “besta” emergir nem que por um breve momento.

Mas Dallen não é o único vampiro dessa história toda. Acontece que não muito longe dali a Ordem havia encontrado um certo caixão, que pelo juramento que fizeram como membros da Ordem não poderiam em hipótese alguma abri-lo. Não deveriam mas oque acontece é justamente o contrário. E o que há lá dentro nunca deveria ser despertado, uma criatura com muita sede e todo o mal que há nela agora está caminhando livremente.

Uma narrativa instigante e um final de literalmente roer as unhas. Não resta falar mais nada sobre esse livro, cujo único problema é ser curto demais e no final queremos mais páginas para saciar nossa curiosidade, algo que até o autor nos pede desculpas no final. Mas ele nos consola dizendo que virão mais e mais livros com mais páginas para nos atiçar os nervos. E ele promete: saga Devoradores do Sol está apenas no começo! Obaaaaa…..

Ficou com vontade de ler?

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Boa leitura! 🙂

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