Você confia em mim?

Você confia em mim?

Eu sei, fomos longe demais para desistir

Eu vejo seus olhos e me vejo dizendo adeus

Isso dói como um teste de resistência!

 Mas ainda estou viva, sobrevivendo

Mesmo que às vezes penso que perdi minha sanidade

Você está aqui mesmo sem estar

Isso destrói uma pessoa.

Eu me despeço, eu me desfaço

E você vê mas não faz nada

Onde está o amor nisso?

Eu só consigo ver meu coração em pedaços

Você confia em  mim?

Estou sozinha  e a solidão me convida e me beija

Ela nunca me deixa tempo o suficiente para respirar

Você confia em mim? – foi o que me disse um dia;

E depois partiu (…)

você se foi

(by ksouza)

Casablanca

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Se ainda não assistiu Casablanca com certeza já ouviu falar desse clássico norte-americano  de 1942. Casablanca é um daqueles filmes que ganhou prestígio e popularidade com o tempo e hoje é considerado um dos maiores filmes da história do cinema.

O roteiro foi baseado em uma peça de teatro que nunca havia sido encenada. A história se passa em uma cidade marroquina chamada Casablanca, por onde passa inúmeros refugiados da Segunda Guerra Mundial. E é nessa Colônia francesa que se encontra o “Café de Rick”, a casa noturna mais popular de Casablanca administrada por Rick Blaine(Humphrey Bogart). Rick é um americano reservado e apolítico, que se mostra neutro em todos os campos recebendo clientes de todos os tipos, desde funcionários da Alemanha Nazista até refugiados de guerra.

 

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Numa noite Ugarte, um sujeito procurado pela polícia acusado de matar dois mensageiros alemães, deixa em poder de Rick dois salvo-condutos em brancos que seriam destinados a um casal que teriam então passe livre para chegar até Lisboa e em seguida aos Estados Unidos. Pouco depois de Ugarte ser preso eis que adentram no café Ilsa Lund (Ingrid Bergman), uma ex -paixão de Rick, e seu marido Victor Lazlo (Paul Henreid). Acontece que Victor é um renomado líder da resistência tcheca que enfrentava os nazistas, e tem interesse de comprar os passes e dar continuidade aos seus trabalhos revolucionários.

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Quando revê sua amada uma onda de sentimentos cercam o impassível e amargo Rick. E descobrimos que Ilsa e ele tiveram um breve e intenso romance em Paris e quando ele teve que fugir da França seu plano era de que fugissem juntos. Porém Ilsa nunca apareceu, apenas deixou uma carta sem explicar seus verdadeiros motivos. Rick nunca mais a viu até aquela noite quando a vê acompanhada de Victor.

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Os motivos de Ilsa não ter fugido com Rick só são explicados mais tarde, quando ela revela que se envolveu com ele depois de acreditar que seu marido havia morrido em um campo de concentração nazista. Quando descobriu a verdade, que seu marido havia conseguido escapar, não teve coragem de revelar tudo a Rick e nem de abandonar o homem cheio de ideais por quem ela sempre nutriu grande admiração.

Assim Rick se vê diante de um grande dilema: Entregar os vistos à Lazlo para que ele possa fugir com sua esposa e dar continuidade a suas ações patrióticas e políticas, ou usar ele mesmo o visto para fugir com sua amada e reviver seu romance?

É com essa decisão que Rick, com toda sua pose de durão se mostra um romântico incorrigível. E independente de qualquer desfecho vale sempre lembrar que Rick e Ilsa sempre terão Paris. ❤

Um ótimo filme e uma ótima história ao som de “As Time Goes by”

 

 

 

 

Vencer o jogo

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“Estava acostumada  a lutar contra os outros quando fosse preciso, mas lutar comigo mesma era novidade. Toda minha força vinha sendo testada a cada dia e não há nada pior do que isso para um garota que está acostumada a ter o mundo aos seus pés. Mas se aquele garoto acha que pode me testar desse jeito e sair ileso está muito enganado. Eu disse que nunca mais conseguiria chegar perto de mim de novo e eu não estava brincando. Da última vez que nos vimos suas mãos estavam em minha cintura e nossas bocas estavam se tocando, mas isso não quer dizer nada. Se ele pensa que pode medir forças comigo está muito enganado. Estou acostumada a manter o controle e o fato de perder a cabeça quando ele chega tão perto de mim não diz nada sobre meus sentimentos. Eu sou mais forte do que isso, e um simples beijo não vai me abalar assim tão facilmente, ele já devia saber disso. Nem seu olhar penetrante, nem sua voz rouca em meu ouvido, nem mesmo seu toque devastador será o bastante para me abalar. Ele não está acostumado a ouvir não e eu não estou acostumada a ceder. Vamos ver quem vence esse jogo.”

(Ksouza)